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parent
41abe8d19b
commit
8735ceb930
@ -41,7 +41,7 @@ O padrão deve nos atender, então vamos pular isso por enquanto.
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Depois, temos o arquivo `jail.conf` , que é onde configuramos as nossas "jails" como o nome sugere.
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Aqui vamos fazer algumas alterações, primeiro vamos criar um arquivo `jail.local` com o seguinte conteudo:
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Aqui vamos fazer algumas alterações, primeiro vamos criar um arquivo `jail.local` com o seguinte conteúdo:
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```
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[DEFAULT]
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@ -58,9 +58,9 @@ mode=aggressive
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action = iptables[name=SSH, port=22, protocol=tcp]
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```
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As configurações são autoexplicativas, na seção `[DEFAULT]` mudamos alguns parametros, como o tempo que devemos banis os atacantes, e definimos IPs confiaveis. Lembre-se de alterar os valores para os que fazem sentido para o seu ambiente, principalmente o `ignoreip`.
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As configurações são autoexplicativas, na seção `[DEFAULT]` mudamos alguns parâmetros, como o tempo que devemos banis os atacantes, e definimos IPs confiáveis. Lembre-se de alterar os valores para os que fazem sentido para o seu ambiente, principalmente o `ignoreip`.
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Invista seu tempo para estudar e melhorar esses parametros.
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Invista seu tempo para estudar e melhorar esses parâmetros.
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## Ativando e testando o fail2ban
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@ -87,6 +87,6 @@ Hoje eu mostrei como proteger o seu serviço SSH em uma maquina GNU/Linux, mas n
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Voce pode até mesmo integrar a proteção do fail2ban com o [Cloudflare](https://github.com/nesrual/fail2ban-cloudflare!) se voce usa os serviços deles!
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Eu sugiro que voce veja o diretório `/etc/fail2ban/filter.d`, que contem os filtros default para varios serviços populares, como Apache, Asterisk, serviços de servidor de e-mail, etc...
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Eu sugiro que voce veja o diretório `/etc/fail2ban/filter.d`, que contem os filtros default para vários serviços populares, como Apache, Asterisk, serviços de servidor de e-mail, etc...
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Tambem leia a [documentação oficial](https://github.com/fail2ban/fail2ban/wiki).
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Também leia a [documentação oficial](https://github.com/fail2ban/fail2ban/wiki).
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@ -1,7 +1,7 @@
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date = '2024-10-19T23:00:41-03:00'
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title = 'First Post'
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description = "A simple bolog post about using Hugo as a framework for Thanwer's Blog"
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description = "A simple blog post about using Hugo as a framework for Thanwer's Blog"
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tags = [
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"webserver",
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"Hugo",
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@ -22,7 +22,7 @@ The fact that it generates static files makes this very performant, and at the s
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## The hosting
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Well, since I have one VM on [Hertzner Cloud](https://www.hetzner.com/) for my personal use, I just hosted this blog together on the same VM, since I believe this will not be generating a lot of traffic
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Well, since I have one VM on [Hetzner Cloud](https://www.hetzner.com/) for my personal use, I just hosted this blog together on the same VM, since I believe this will not be generating a lot of traffic
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You can also use [Github Pages](https://pages.github.com/) or [Cloudflare Pages](https://developers.cloudflare.com/pages/framework-guides/deploy-a-hugo-site/) by following simple instructions!
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@ -38,4 +38,4 @@ hugo && rsync -avz --delete public/ shinobi.thanwer.com:/srv/www/blog/
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## The Conclusion
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From my experience until now (which is only the contents of this post btw...), this platform seems to meet my expectationsm I will continue to bring move topics and keep you guys posted!
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From my experience until now (which is only the contents of this post btw...), this platform seems to meet my expectations I will continue to bring move topics and keep you guys posted!
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@ -17,15 +17,15 @@ Eu estava procurando algo simples e fácil de manter, pois não quero gastar mui
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## A ferramenta
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Eu encontrei o [Hugo](https://gohugo.io/) que é um gerador de sites estaticos que lê conteudo escrito em Markdown e gera arquivos estaticos em HTML.
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Eu encontrei o [Hugo](https://gohugo.io/) que é um gerador de sites estáticos que lê conteúdo escrito em Markdown e gera arquivos estáticos em HTML.
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O fato dele gerar arquivos estaticos o torna muito performante, e ao mesmo tempo muito simples de usar e manter.
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O fato dele gerar arquivos estáticos o torna muito rápido, e ao mesmo tempo muito simples de usar e manter.
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## A hospedagem
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Bom, como eu já tenho uma VM na [Hertzner Cloud](https://www.hetzner.com/) para meu uso pessoal, eu decidi simplesmente hospedar esse blog na mesma VM, já que eu acredito que esse site não irá atrair muito tráfego.
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Bom, como eu já tenho uma VM na [Hetzner Cloud](https://www.hetzner.com/) para meu uso pessoal, eu decidi simplesmente hospedar esse blog na mesma VM, já que eu acredito que esse site não irá atrair muito tráfego.
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Você tambem pode usar o [Github Pages](https://pages.github.com/) ou o [Cloudflare Pages](https://developers.cloudflare.com/pages/framework-guides/deploy-a-hugo-site/) seguindo instruções simples!
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Você também pode usar o [Github Pages](https://pages.github.com/) ou o [Cloudflare Pages](https://developers.cloudflare.com/pages/framework-guides/deploy-a-hugo-site/) seguindo instruções simples!
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## O deploy
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@ -39,4 +39,4 @@ hugo && rsync -avz --delete public/ shinobi.thanwer.com:/srv/www/blog/
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## Conclusões
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Pela minha experiência até agora (que foi apenas o conteudo dessa pagina a proposito...), essa plataforma parece atender minhas espectativas, vou continuar trazendo mais conteúdo e mantenho vocês informados.
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Pela minha experiência até agora (que foi apenas o conteúdo dessa pagina a propósito...), essa plataforma parece atender minhas expectativas, vou continuar trazendo mais conteúdo e mantenho vocês informados.
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@ -158,7 +158,7 @@ For IPv6, the syntax is the same, you mostly need to change the command from `ip
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The main difference is the ICMP protocol, you really need to allow ICMPv6 to your server function properly.
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Here is a good starting point, where we explicity accept ICMPv6 control packets, while droppping all others.
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Here is a good starting point, where we explicitly accept ICMPv6 control packets, while dropping all others.
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```bash
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ip6tables -A INPUT -p icmpv6 --icmpv6-type echo-request -j ACCEPT
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@ -16,7 +16,7 @@ Nesta publicação, vou mostrar algumas configurações básicas do iptables par
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## Oque é iptables?
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iptables é um utilitario de firewall por linha de comando que utiliza "chains" para gerenciar o tráfego. As "chains" são basicamente uma lista de regras que aplicam para pacotes de entrada ou saida. Voce pode fazer as regras baseadas em IPs de origem, portas e protocolos, por exemplo.
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iptables é um utilitário de firewall por linha de comando que utiliza "chains" para gerenciar o tráfego. As "chains" são basicamente uma lista de regras que aplicam para pacotes de entrada ou saída. Voce pode fazer as regras baseadas em IPs de origem, portas e protocolos, por exemplo.
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Tornar um servidor seguro é a primeira prioridade para qualquer sysadmin, e firewalls são uma das camadas mais importantes de defesa. Com iptables voce pode:
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@ -31,7 +31,7 @@ Eu recomendo fortemente que voce leia mais sobre o fluxo de pacotes do iptables
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Recomendo que voce inicie por esses diagramas muito bem feitos nesse gist do [nerdalert no GitHub](https://gist.github.com/nerdalert/a1687ae4da1cc44a437d)
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## Comandos basicos do iptables
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## Comandos básicos do iptables
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Vamos começar com uma overview dos comandos essenciais do iptables:
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@ -63,7 +63,7 @@ ip6tables-restore < /etc/iptables/rules.v6
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## Configurar iptables em um servidor novo
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Agora, vamos passar por algumas regras basicas que voce pode aplicar no seu servidor logo de inicio. Vamos permitir trafego essencial como SSH e HTTP/HTTPs e bloquear todo o resto.
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Agora, vamos passar por algumas regras básicas que voce pode aplicar no seu servidor logo de inicio. Vamos permitir trafego essencial como SSH e HTTP/HTTPs e bloquear todo o resto.
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### Passo 1: Limpar regras existentes
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@ -75,11 +75,11 @@ iptables -F
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Isso nos garante que estamos iniciando em um estado limpo.
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Tome cuidado com os proximos comandos, para voce não se trancar para fora do seu proprio servidor! Isso já aconteceu com todos sysadmins mais cedo ou mais tarde. A forma mais simples de garantir que isso não ocorra é fazendo tudo isso fisicamente, ou através de uma conexão por KVM por exemplo.
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Tome cuidado com os próximos comandos, para voce não se trancar para fora do seu próprio servidor! Isso já aconteceu com todos sysadmins mais cedo ou mais tarde. A forma mais simples de garantir que isso não ocorra é fazendo tudo isso fisicamente, ou através de uma conexão por KVM por exemplo.
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### Passo 2: Definir as politicas default
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Agora, vamos definir o comportamento padrão para conexões de entrada (INPUT), saida (OUTPUT) e encaminhadas (FORWARD). Por padrão, é uma boa ideia bloquear toda a entrada e permitir toda a saida.
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Agora, vamos definir o comportamento padrão para conexões de entrada (INPUT), saída (OUTPUT) e encaminhadas (FORWARD). Por padrão, é uma boa ideia bloquear toda a entrada e permitir toda a saída.
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```bash
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iptables -P INPUT DROP
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@ -87,11 +87,11 @@ iptables -P FORWARD DROP
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iptables -P OUTPUT ACCEPT
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```
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Isso faz com que todas as conexões sejam dropadas a menos que uma regra as permita. O trafego de saida por sua vez, é liberado por padrão.
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Isso faz com que todas as conexões sejam dropadas a menos que uma regra as permita. O trafego de saída por sua vez, é liberado por padrão.
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### Passo 3: Permitir trafego SSH (Porta 22)
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Voce vai precisar de SSH para acessar o seu servidor, então vamos permitir trafego na porta 22. É importante que voce proteja esse acesso permitindo que somente seus IPs confiaveis possam acessar, por simplicitade vamos iniciar permitindo todas as conexões SSH:
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Voce vai precisar de SSH para acessar o seu servidor, então vamos permitir trafego na porta 22. É importante que voce proteja esse acesso permitindo que somente seus IPs confiáveis possam acessar, por simplicidade vamos iniciar permitindo todas as conexões SSH:
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```bash
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iptables -A INPUT -p tcp --dport 22 -j ACCEPT
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@ -99,9 +99,9 @@ iptables -A INPUT -p tcp --dport 22 -j ACCEPT
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O "-A" significa "Append", isso insere a regra no final da lista, para colocar no topo use a flag "-I".
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É uma boa ideia sempre adicionar comentarios nas regras, para no futuro facilitar o nosso troubleshooting.
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É uma boa ideia sempre adicionar comentários nas regras, para no futuro facilitar o nosso troubleshooting.
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No iptables, podemos adicionar comentarios com a seguinte sintaxe:
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No iptables, podemos adicionar comentários com a seguinte sintaxe:
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```bash
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iptables -m comment --comment "Seu comentario aqui"
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@ -125,7 +125,7 @@ iptables -A INPUT -m comment --comment "Permite QUIC" -p udp --dport 443 -j ACCE
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Isso permite o trafego ao seu servidor via HTTP (porta 80) e HTTPS (porta 443).
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Note que eu adicionei a porta 443/udp, que é para o protocolo QUIC, QUIC é um protocolo de camada de transporte desenvolvido pelo Google, feito para ser mais rapido, e mais seguro combinando features do TCP, TLS e HTTP/2 para melhorar a latencia e performance. Eu recomendo que voce pesquise mais sobre esse assunto, talvez eu faça um artigo sobre ele no futuro.
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Note que eu adicionei a porta 443/udp, que é para o protocolo QUIC, QUIC é um protocolo de camada de transporte desenvolvido pelo Google, feito para ser mais rápido, e mais seguro combinando features do TCP, TLS e HTTP/2 para melhorar a latência e performance. Eu recomendo que voce pesquise mais sobre esse assunto, talvez eu faça um artigo sobre ele no futuro.
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### Passo 5: Permitir trafego loopback
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@ -135,9 +135,9 @@ O seu servidor precisa se comunicar com ele mesmo pela interface loopback. Garan
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iptables -A INPUT -m comment --comment "Permite trafego loopback" -i lo -j ACCEPT
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```
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### Passo 6: Dropar pacotes invalidos
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### Passo 6: Dropar pacotes inválidos
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Pacotes invalidos podem ser erros de configuração ou até mesmo ataques, então é uma boa pratica sempre dropar:
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Pacotes inválidos podem ser erros de configuração ou até mesmo ataques, então é uma boa pratica sempre dropar:
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```bash
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iptables -A INPUT -m conntrack --ctstate INVALID -j DROP
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@ -145,7 +145,7 @@ iptables -A INPUT -m conntrack --ctstate INVALID -j DROP
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### Passo 7: Permitir conexões estabelecidas e relacionadas
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Para permitir respostar a conexões de saida (como quando o seu servidor solicita algum update), voce vai precisar aplicar essa regra:
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Para permitir respostas a conexões de saída (como quando o seu servidor solicita algum update), voce vai precisar aplicar essa regra:
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```bash
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iptables -A INPUT -m conntrack --ctstate ESTABLISHED,RELATED -j ACCEPT
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@ -190,7 +190,7 @@ Depois de configurar todas as suas regras, é bom sempre valida-las conectando e
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## Sumario
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Em sumario, essas são algumas regras basicas para iniciar, sempre revise e altere conforme a sua necessidade!
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Em sumario, essas são algumas regras básicas para iniciar, sempre revise e altere conforme a sua necessidade!
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### IPv4
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@ -226,4 +226,4 @@ ip6tables-save > /etc/iptables/rules.v6
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## Conclusão
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Parabens! Voce acabou de configurar o iptables em seu novo servidor GNU/Linux. Por bloquear todo o trafego exceto o que é confiavel voce adicionou uma camada de segurança a seu servidor.
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Parabéns! Voce acabou de configurar o iptables em seu novo servidor GNU/Linux. Por bloquear todo o trafego exceto o que é confiável voce adicionou uma camada de segurança a seu servidor.
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@ -8,7 +8,7 @@ tags = [
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I heard too many times a work coleague, or a third-party vendor telling me "there is something wrong on the network here", or "This port isn't open!".
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I heard too many times a work colleague, or a third-party vendor telling me "there is something wrong on the network here", or "This port isn't open!".
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You can use websites to try to test for open ports, a quick Google search should yield you a couple good results, but sometimes that is not enough.
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@ -46,7 +46,7 @@ Netcat is a very simple, but very powerful tool for those cases. With that, you
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### Installing
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The instalation is very simple! On Debian systens you can do it with the command:
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The installation is very simple! On Debian systems you can do it with the command:
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```bash
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$ sudo apt install netcat
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```
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@ -58,12 +58,12 @@ I invite you to read the [nc man page](https://linux.die.net/man/1/nc).
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The main options we need to use are:
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* -p : This specifies which port should we listen to.
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* -k : This makes netcat to keep listening after a client disconects.
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* -k : This makes netcat to keep listening after a client disconnects.
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* -u : Use UDP instead of TCP
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### Use cases
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#### Check for network comunication
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#### Check for network communication
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Listen on port 2000:
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```bash
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@ -78,7 +78,7 @@ $ nc localhost 2000
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```
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On both terminals you should see as a chat app working, this is being transmited over the network!
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On both terminals you should see as a chat app working, this is being transmitted over the network!
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See an example of this working:
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@ -11,7 +11,7 @@ canonical = "/posts/netcat"
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Já ouvi muitas vezes de algum colega de trabalho, ou de algum prestador de serviços frases como "Tem algo de errado com a rede", ou "Essa porta não está aberta!".
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Voce pode usar testes online para verificar as portas abertas, uma rapida pesquisa no Google vai te trazer resultados bons, porem nem sempre isso é o suficiente.
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Voce pode usar testes online para verificar as portas abertas, uma rápida pesquisa no Google vai te trazer resultados bons, porem nem sempre isso é o suficiente.
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## O problema
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Vamos supor que voce seguiu meu outro post sobre [restringir por endereço de origem no iptables]({{< ref "/posts/iptables-basics" >}} "Iptables basics"), nesse caso essas ferramentas aleatórias não vão lhe ajudar, então voce pode usar o nmap!
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@ -34,7 +34,7 @@ Nmap done: 1 IP address (1 host up) scanned in 0.39 seconds
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Como voce pode ver, a parte importante é o -p 80, que especifica a porta que queremos testar, 80 nesse caso, e o ultimo argumento é o host que estamos escaneando.
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Agora vamos supor que a outra pessoa está configurando uma central telefonica, que é um exemplo clássico... Eu tenho muitas historias para contar sobre essa galera da telefonia... Por exemplo, ele pode ter errado uma configuração simples, como o gateway ou a mascara de rede, e isso vai fazer com que o seu serviço não funcione. Ele vai fazer os testes que expliquei acima e em vez da porta aparecer como "open" ela vai dizer "filtered".
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Agora vamos supor que a outra pessoa está configurando uma central telefônica, que é um exemplo clássico... Eu tenho muitas historias para contar sobre essa galera da telefonia... Por exemplo, ele pode ter errado uma configuração simples, como o gateway ou a mascara de rede, e isso vai fazer com que o seu serviço não funcione. Ele vai fazer os testes que expliquei acima e em vez da porta aparecer como "open" ela vai dizer "filtered".
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Com isso ele vai ter o argumento pronto, e vai culpar a sua rede por isso. Como podemos provar que as nossas regras de firewall estão corretas e funcionando?
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@ -78,7 +78,7 @@ $ nc localhost 2000
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```
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Em ambos os terminais voce deve ver algo semelhante a um chat funcionando, isso é transmitido atravéz da rede!
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Em ambos os terminais voce deve ver algo semelhante a um chat funcionando, isso é transmitido através da rede!
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Veja um exemplo disso funcionando:
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@ -15,7 +15,7 @@ On top of iptables rules and fail2ban jails, we have a couple parameters that we
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## SSH authentication methods
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By default, SSH allows for password authentication for all users except root, which is a good starting point, but we can improve this behaviour.
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By default, SSH allows for password authentication for all users except root, which is a good starting point, but we can improve this behavior.
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### Key authentication
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@ -34,9 +34,9 @@ PermitRootLogin no
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If you would like to have yet another level of security, you can implement [2FA with SSH using Google Authenticator](https://docs.vultr.com/how-to-use-two-factor-authentication-with-sudo-and-ssh-on-linux-with-google-authenticator).
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### Disable unnused authentication methods
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### Disable unused authentication methods
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By default, OpenSSH server comes with more authentication methods that you problaly are not using enabled by default. You can disable them to reduce the attack surface of your server:
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By default, OpenSSH server comes with more authentication methods that you probably are not using enabled by default. You can disable them to reduce the attack surface of your server:
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```bash
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ChallengeResponseAuthentication no
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@ -12,7 +12,7 @@ canonical = "/posts/ssh-hardening"
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Como voce pode ver no meu ultimo post sobre [fail2ban]({{< ref "/posts/fail2ban-basics" >}} "Fail2ban basics"), o serviço SSH é um alvo popular de ataques de força bruta, nós devemos tomar nosso tempo para melhorar a segurança de nossos servidores.
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Além de regras do iptabels e jails do fail2ban, temos alguns parametros que podemos ajustar nos nossos servidores para termos mais uma medida de proteção.
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Além de regras do iptables e jails do fail2ban, temos alguns parâmetros que podemos ajustar nos nossos servidores para termos mais uma medida de proteção.
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## Métodos de autenticação SSG
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@ -20,7 +20,7 @@ Por padrão, o serviço SSH permite autenticação por senha para todos os usuá
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### Autenticação por chaves
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O primeiro passo que voce pode fazer é desativar a autenticação por senha e utilizar apenas autenticação por chaves. Isso vai reduzir muito a eficiencia de ataques de força bruta já que chaves SSH são muito mais dificeis de quebrar do que senhas.
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O primeiro passo que voce pode fazer é desativar a autenticação por senha e utilizar apenas autenticação por chaves. Isso vai reduzir muito a eficiência de ataques de força bruta já que chaves SSH são muito mais difíceis de quebrar do que senhas.
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Eu não vou mostrar como fazer isso, já que existem muitos tutoriais bons na internet sobre esse assunto, [esse do Github por exemplo](https://docs.github.com/en/authentication/connecting-to-github-with-ssh/generating-a-new-ssh-key-and-adding-it-to-the-ssh-agent).
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@ -37,7 +37,7 @@ Se voce quiser mais um nivel de segurança, voce pode implementar [autenticaçã
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### Desativar métodos de autenticação não utilizados
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Por padrão o servidor SSH vem com varios metodos de autenticação habilitados que voce provavelmente não utiliza. Voce pode desabilita-los para reduzir a superficie de ataque do seu servidor:
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Por padrão o servidor SSH vem com vários métodos de autenticação habilitados que voce provavelmente não utiliza. Voce pode desabilita-los para reduzir a superfície de ataque do seu servidor:
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```bash
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ChallengeResponseAuthentication no
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@ -47,13 +47,13 @@ GSSAPIAuthentication no
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## Melhorar algoritmos de criptografia do SSH
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Seguinndo [esses guias](https://www.sshaudit.com/hardening_guides.html) voce pode desabilitar algoritmos de autenticação e criptografia vulneraveis e priorizar os mais fortes (AES-256-GCM, chacha20-poly1305).
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Seguindo [esses guias](https://www.sshaudit.com/hardening_guides.html) voce pode desabilitar algoritmos de autenticação e criptografia vulneraveis e priorizar os mais fortes (AES-256-GCM, chacha20-poly1305).
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Quando voce terminar, verifique com a ferramenta [ssh-audit](https://github.com/jtesta/ssh-audit).
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## Restringir acessos SSH
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Além das regrad do iptables, o arquivo `/etc/ssh/sshd_config` pode aplicar restrições baseadas em usuário, grupo e/ou IP de origem.
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Além das regras do iptables, o arquivo `/etc/ssh/sshd_config` pode aplicar restrições baseadas em usuário, grupo e/ou IP de origem.
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Por exemplo, para permitir conexões por IP, voce pode adicionar conforme os seguintes exemplos:
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```bash
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